AUDIÊNCIA  GERAL  ( CATEQUESE )

PAPA FRANCISCO

Audiência Geral: porque um Jubileu da Misericórdia

PAPA FRANCISCO AUDIÊNCIA GERAL Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2015 Amados irmãos e irmãs, bom dia! Ontem abri aqui na Basílica de São Pedro a Porta Santa do Jubileu da Misericórdia, depois de a ter já aberto na Catedral de Bangui, na África Central. Hoje gostaria de meditar convosco sobre o significado deste Ano Santo, respondendo à pergunta: por que um Jubileu da Misericórdia? O que significa isto? A Igreja tem necessidade deste momento extraordinário. Não digo: é bom para a Igreja este momento extraordinário. Digo: a Igreja tem necessidade deste momento extraordinário. Na nossa época de profundas mudanças, a Igreja é chamada a oferecer a sua contribuição peculiar, tornando visíveis os sinais da presença e da proximidade de Deus. E o Jubileu é um tempo favorável para todos nós a fim de que, contemplando a Misericórdia Divina que supera todos os limites humanos e resplandece na obscuridade do pecado, possamos tornar-nos testemunhas mais convictas e eficazes… Leia mais

Audiência Geral: Os sinais do Jubileu

PAPA FRANCISCO AUDIÊNCIA GERAL Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2015 Prezados irmãos e irmãs, bom dia! No domingo passado foi aberta a Porta Santa na Catedral de Roma, a Basílica de São João de Latrão, e abriu-se uma Porta da Misericórdia na Catedral de cada diocese do mundo, inclusive nos santuários e nas igrejas indicadas pelos bispos. O Jubileu realiza-se em todo o mundo, não apenas em Roma. Desejei que este sinal da Porta Santa estivesse presente em cada Igreja particular, para que o Jubileu da Misericórdia possa tornar-se uma experiência compartilhada por todas as pessoas. Deste modo, o Ano Santo teve início na Igreja inteira e é celebrado em cada uma das dioceses, como em Roma. Além disso, a primeira Porta Santa foi aberta precisamente no coração da África. Quanto a Roma, é o sinal visível da comunhão universal. Possa esta comunhão eclesial tornar-se cada vez mais intensa, a fim de que a Igreja seja no mundo o sinal vivo do amor e da misericórdia do Pai… Leia mais

Papa Francisco Audiência Geral: Jubileu de Natal da Misericórdia

PAPA FRANCISCO AUDIÊNCIA GERAL Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2015 Irmãos e irmãs, bom dia! Nestes dias de Natal põe-se diante de nós o Menino Jesus. Estou convicto de que nos vossos lares ainda muitas famílias fazem o presépio, dando continuidade a esta bonita tradição, que remonta a são Francisco de Assis, e que conserva vivo nos nossos corações o mistério do Deus que se faz homem. A devoção ao Menino Jesus é muito difundida. Numerosos santos e santas cultivaram-na na sua oração de todos os dias, com o desejo de modelar a própria vida segundo a do Menino Jesus. Penso, de modo especial, em santa Teresa de Lisieux que, como monja carmelita, tinha o nome de Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face. Ela — que é inclusive Doutora da Igreja — soube viver e testemunhar aquela «infância espiritual» que se assimila precisamente através da meditação, na escola da Virgem Maria, da humildade de Deus que por nós se fez pequenino. E este é um mistério grandioso, Deus é humilde! Nós, que somos orgulhosos, cheios de vaidade e temos uma alta consideração de nós mesmos, nada somos! Ele, o grande, é humilde e faz-se menino. Trata-se de um verdadeiro mistério! Deus é humilde. E isto é bonito!…. Leia mais

Papa Francisco: Audiencia Geral  – Misericódia segundo a Bíblia

PAPA FRANCISCO AUDIÊNCIA GERAL Sala Paulo VI Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2016 Amados irmãos e irmãs, bom dia! Hoje começamos as catequeses sobre a misericórdia segundo a perspectiva bíblica, de maneira a aprender a misericórdia, ouvindo aquilo que o próprio Deus nos ensina mediante a sua Palavra. Comecemos a partir do Antigo Testamento, que nos prepara e nos conduz à plena revelação de Jesus Cristo, em quem se manifesta a misericórdia do Pai. Na Sagrada Escritura, o Senhor é apresentado como «Deus misericordioso». Este é o seu nome, através do qual Ele nos revela, por assim dizer, a sua face e o seu coração. Como narra o Livro do Êxodo, revelando-se a Moisés, Ele mesmo assim se define:«Deus compassivo e misericordioso, lento para a ira, rico em bondade e em fidelidade» (34, 6). Inclusive noutros textos voltamos a encontrar esta fórmula, com algumas variações, não obstante se ponha sempre a ênfase na misericórdia e no amor de Deus, que nunca se cansa de perdoar (cf. Gn 4, 2; Gl 2, 13; Sl 86, 15; 103, 8; 145, 8; Ne 9, 17). Vejamos juntos, uma por uma, estas palavras da Sagrada Escritura que nos falam de Deus… Leia mais

AUDIÊNCIA GERAL: Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos

PAPA FRANCISCO AUDIÊNCIA GERAL Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2016 – Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos Estimados irmãos e irmãs, bom dia! Ouvimos o texto bíblico que este ano orienta a reflexão durante a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, que vai de 18 a 25 de Janeiro: esta semana. Este trecho tirado da primeira Carta de São Pedro foi escolhido por um grupo ecuménico da Letónia, encarregado pelo Conselho Ecuménico das Igrejas e pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos. No centro da catedral luterana de Riga existe uma pia baptismal que remonta ao século XII, à época em que a Letónia foi evangelizada por são Mainardo. Aquela pia constitui o sinal eloquente de uma origem de fé reconhecida por todos os cristãos da Letónia: católicos, luteranos e ortodoxos. Esta origem é o nosso Baptismo comum. O Concílio Vaticano II afirma que «o Baptismo, pois, constitui o vínculo sacramental da unidade que une todos os que foram regenerados por ele» (Unitatis redintegratio22). A primeira Carta de São Pedro é dirigida à primeira geração de cristãos, para os tornar conscientes do dom recebido mediante o Baptismo e das exigências que ele comporta. Também nós, durante esta Semana de Oração, somos convidados a descobrir de novo tudo isto, e a fazê-lo em conjunto, indo mais além das nossas divisões… Leia mais

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